3 Projectos dos “Vizinhos do Areeiro” no Orçamento Participativo de Lisboa

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Recentemente, nos Vizinhos do Areeiro tivemos todos oportunidade de votar mas três propostas que vamos apresentar à edição de 2017 do Orçamento Participativo de Lisboa.
As propostas mais votadas e já submetidas ao OP de Lisboa (em nome individual, porque o OP rejeito a submissão colectiva) foram:
A mais votada:
Vamos Mover os Mupis de onde escondem a visão do trânsito aos peões:
Aplicar o Regulamento municipal que determina a utilização do espaço público em Lisboa os “os elementos de mobiliário urbano” devem estar a “mais de 10 metros de passagens de peões” (art. 40) e realizar em toda a cidade de Lisboa, começando por uma freguesia piloto (pode ser Areeiro) um levantamento de todos os mupis (suportes verticais de publicidade) que não cumpram este regulamento (muitos estão a um metro de passadeiras e tapam a visão do trânsito) e deslocá-los para outros locais menos perigosos.
Além dos mupis a CML deve aplicar esta campanha também a todos os objectos que obstruam o campo de visão não somente a Mupis mas a todo o tipo de mobiliário urbano, não somente a peões mas também a veículos.
(ideia original de Rui Martins)
A segunda mais votada:
Um Canteiro em Cada Caldeira de Árvore da Cidade:
Promover, à semelhança do que se passa já hoje em muitas cidades europeias, um programa municipal de incentivo e apoio à colocação de canteiros por cidadãos e moradores em canteiros das árvores da cidade. Estes canteiros permitem um desenvolvimento mais saudável das árvores da cidade, pois beneficiam de rega regular e da sombra das próprias plantas (criando mais nutrientes e microrganismos no solo).
A CML poderia assim contactar cada condómino com uma árvores em frente do seu edifício incentivando-o a cuidar desse canteiro, fornecendo apoio logístico, materiais ou sementes para esse efeito.
(ideia original de Pedro Silva)
A terceira mais votada:
Geradores de Electricidade em Lombas na Avenida de Roma:
instalar um sistema de testes de “Geração de Energia Elétrica nos Pavimentos Rodoviários ” como o testado pela Waynergy Vehicles na Covilhã o qual, além de gerar energia serve também como redutor de velocidade.
Começar em frente à Igreja de S. João de Deus teria um forte impacto na redução da velocidade do trânsito à entrada na Avenida Manuel da Maia onde as velocidades atingem o pico.

(ideia original de Luís Manuel Mesquita)

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